Governo Bolsonaro pediu propina de 1 dólar por dose vacina, revela vendedor de vacina

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Um diretor do Ministério da Saúde está sendo acusado de ter cobrado propina de 1 dólar por dose de vacina contra a COVID-19, cuja negociação ocorria entre a empresa DAVATI MEDICAL SUPPLY. A informação consta em reportagem publicada pelo Jornal Folha de São Paulo, assinada pela jornalista Constança Rezende.

O representante da empresa, Luiz Paulo Dominguetti Pereira, teria se reunido com o diretor de logística do Ministério da Saúde, Roberto Ferreira Dias, que cobrou propina durante jantar em restaurante de shopping de Brasília, Distrito Federal.  

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A empresa procurou o Ministério da Saúde para vencer 400 milhões de doses da VACINA ASTRAZENECA com valor unitário de 3,5 dólares (que depois passou custar 15,5 dólares/cada. O diretor do Ministério da Saúde disse que a empresa interessada teria que colocar mais 1 dólar em cada vacina para tentar atuar dentro do ministério.

Dominguetti disse que não aceitava a proposta, que no final resultaria em um desvio de 1 bilhão de reais. Sem interesse em superfaturar a vacina a empresa deixou de ser interessante.

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