
O vereador Zé da Saúde (PSB) usou a tribuna da Câmara Municipal para mostrar sua insatisfação com o serviço fúnebre oferecido pela prefeitura de Gravatá, agreste pernambucano.
O parlamentar disse que qualquer pessoa de baixa renda que necessite dos serviços funerários bancados pela prefeitura depende de uma empresa domiciliada em Amaraji, zona da mata, distante 37,7 km, e que não tem local de apoio em Gravatá.
Segundo Zé, em alguns casos, as famílias de baixa renda não desfrutam de condições de velar seus parentes em casa e com muita dificuldade precisam alugar um espaço terceirado para que isso ocorra.
A empresa contratada pela prefeitura simplesmente oferece um caixão e que outras despesas são custeadas pelas famílias, muitas vezes através de doações de pessoas próximas, inclusive vereadores.
A fala de Zé da Saúde abriu parêntese para outro debate, puxado pelo vereador Luiz Prequé (PSB). O decano parlamentar pontuou que é preciso revisar a forma como a gestão trata as licitações de serviços, pois a maioria destas empresas são de outras cidades e não deixam impostos no município.

Outros vereadores informaram que Gravatá tem empresas que oferecem serviços fúnebres e que podem atender a demanda das famílias de baixa renda, quando for necessário.
