“O homem só vale o mal que faz e o tamanho do cheque que assina”

Essa frase foi repetida inúmeras vezes por um político de Gravatá e testemunhada por diversas pessoas próximas. Afinal, ele nunca teria coragem de falar isso publicamente, pois colocaria em risco sua vida pública. O autor desta fala já teve poderes, força e ficou gradualmente alquebrado pela existência e a idade.
A frase é a revelação clara de que estávamos diante de alguém que conseguiria qualquer coisa para conquistar o que queria, seja pelo amor ou pelo dinheiro. O mal representando na famigerada frase remonta o comportamento perseguidor e tirano deste personagem político. O cheque, endossa ainda mais a tese de que o ‘elemento’ estaria disposto a usar todos os seus recursos financeiros para atingir seu objetivo: vencer.
Do outro lado desta parafasia, nota-se que o ‘ser político’ só teria dois valores: quando imposto pela maldade, ou quando seu poder financeiro estivesse à disposição daqueles que dele necessitassem.
Tentei buscar qualquer referência na internet a esta frase, ma nenhuma biografia foi localizada, enriquecendo a proposição de que ela é altamente original do seu intelectual autor, não fazendo plágio a nenhuma outra figura histórica da humanidade.



