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Política

A oposição cavou o buraco… e caiu nele

Na pequena república das intrigas gravataenses, o tempo parece correr em círculos — como um ventilador velho que range, mas nunca para. No centro desse redemoinho está Viviane Facundes, personagem principal de uma novela que ninguém pediu, mas todo mundo assiste.

Dizem por aí que a permanência dela na Secretaria de Obras foi como enterrar um caixão cheio de fofocas com uma pá de cal bem pesada. Não satisfeitos, ainda jogaram perfume em cima para disfarçar o cheiro do desespero oposicionista. As multas evaporaram como gelo no sol do Agreste, e o prefeito Joselito saiu da história mais limpo que prato depois de almoço de domingo — para frustração de quem esperava um banquete de escândalos.

Mas a vida, essa velha comediante, adora ironias. Enquanto a justiça arquiva processos, os opositores de Viviane continuam batendo na mesma tecla desafinada. Falam em “juridiquês”, gesticulam, esperneiam, protocólam petições — tudo para ver se, por milagre ou teimosia, conseguem arrancá-la da prefeitura. É um teatro de absurdos com figurantes que parecem acreditar no próprio enredo.

No passado recente, durante as eleições de 2024, Viviane e seu marido foram alvos de uma verdadeira caça às bruxas. Um certo rapaz — desses que confundem lealdade com conveniência — resolveu cuspir no prato que comeu depois de quebrar a taça de cristal que carregava como troféu imaginário. Falou da mãe, das irmãs, do marido, dos filhos… como se a língua fosse faca e a memória, frágil.

Hoje, esse mesmo rapaz repousa em sua rede, balançando como quem vive numa bolha de coco com capuchino. Observa de longe, enquanto seu rebanho digital espalha anti-campanha nas redes sociais contra a “Mulé do Padi”. Mas se Viviane ultrapassar os 14 mil votos, será melhor reforçar as cordas da rede — porque o balanço pode virar queda.

No fim das contas, a política segue como sempre foi: palco de vaidades, intrigas e surpresas. Alguns lutam com processos; outros, com votos. Uns brigam com a justiça; outros, com a própria consciência. E Viviane? Segue em pé — entre a pá de cal e o vento que insiste em não derrubá-la.

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