
O chanceler do Brasil, e ministro das relações exteriores, Mauro Vieira, concedeu entrevista ao canal de notícias CNN BRASIL informando que diversos países estão sendo solidários ao presidente Lula (PT), sobretudo ao BRASIL, após os atos democráticos cometidos por apoiadores do ex-presidente Bolsonaro (PL) em Brasília (DF).
O presidente da Argentina, Alberto Fernández, emitiu nota informando que ‘aqueles que tentam desrespeitar a vontade da maioria ameaçam a democracia e merecem não só a sanção legal correspondente, mas também a rejeição absoluta da comunidade internacional”.
Emmanuel Macron, presidente da França, disse que “a vontade do povo brasileiro e das instituições democráticas deve ser respeitada! O presidente Lula pode contar com o apoio inabalável da França.“
O secretário de estado dos Estados Unidos das Américas, Antony Blinken, pontuou que “Condenamos os ataques à Presidência, ao Congresso e ao Supremo Tribunal Federal hoje. Usar a violência é sempre inaceitável. Nós nos juntamos a Lula para pedir o fim imediato dessas ações.”
O presidente do México, Lopez Obrador, contendou os atos antidemocráticos: “Condenável e antidemocrática a tentativa de golpe dos conservadores no Brasil incentivados pelas lideranças do poder oligárquico, seus porta-vozes e fanáticos. Lula não está sozinho, tem o apoio das forças progressistas de seu país, do México, do continente americano e do mundo.”
Também houveram manifestações de líderes do Chile, Colõmbia, Paraguai, Equador, Venezuela, Espanha, Cuba, OEA, União Européia, além de diversos embaixadores.
