Nesta quinta-feira (8), o Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) decidiu pela distribuição de R$ 15,2 bilhões dos resultados obtidos no ano-base de 2023, um montante que supera os R$ 12,7 bilhões distribuídos em 2022. De acordo com o Ministério do Trabalho e Emprego, esta é a maior distribuição de lucros desde 2016, beneficiando milhões de trabalhadores em todo o país.
Com essa distribuição histórica, a rentabilidade das contas vinculadas ao FGTS alcançou 7,78%. Esse percentual representa um incremento significativo para as 218 milhões de contas ativas ou inativas existentes em 31 de dezembro de 2023, as quais, juntas, somam um saldo de R$ 564 bilhões.
A Caixa Econômica Federal, responsável pela gestão do FGTS, fará o depósito do lucro até o dia 31 de agosto de 2024. A distribuição atingirá mais de 130 milhões de trabalhadores, proporcionando um acréscimo proporcional ao saldo que cada um possuía em 31 de dezembro de 2023.
Para saber quanto cada trabalhador receberá, é necessário multiplicar o saldo da conta pelo índice de 0,026, correspondente à distribuição. Por exemplo, uma conta com saldo de R$ 5 mil resultará em um acréscimo de R$ 134,66.
Essa medida representa não apenas um alívio financeiro para os trabalhadores, mas também um reconhecimento da importância do FGTS como uma ferramenta de proteção e investimento. Desde 2016, o aumento dos lucros distribuídos reforça o papel do fundo na valorização do patrimônio dos trabalhadores brasileiros.
Com a continuidade dessa política de distribuição de lucros, o FGTS mantém sua relevância tanto para o trabalhador quanto para a economia do país, fomentando o consumo e contribuindo para a estabilidade financeira de milhões de brasileiros.
