Caso Felca avança: Justiça ouve réus acusados de ameaças e crimes cibernéticos após denúncia explosiva

Audiência marca fim da fase de instrução; decisão pode sair a qualquer momento e envolve suspeitos presos há mais de 8 meses

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 Foto: Reprodução/Polícia Civil

A Justiça de Pernambuco deu mais um passo no processo que envolve ameaças ao influenciador Felipe Bressanim Pereira, conhecido como Felca. Nesta quinta-feira (23), foi realizada a audiência de instrução que ouviu acusados e testemunhas no caso que ganhou repercussão após denúncias sobre exploração de menores na internet.

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O principal investigado, Cayo Lucas Rodrigues dos Santos, de 22 anos, está preso desde agosto do ano passado. Ele foi localizado em Olinda após investigação conduzida por policiais de São Paulo. Outro réu no processo, Paulo Vinícios Oliveira Barbosa, também segue detido.

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De acordo com o Tribunal de Justiça de Pernambuco, ambos respondem por uma série de crimes, incluindo invasão de dispositivos eletrônicos, fraudes digitais e ameaças — não apenas contra o influenciador, mas também contra outras vítimas.

A audiência ocorreu na 3ª Vara Criminal de Olinda e contou com o depoimento de nove testemunhas, além do interrogatório dos acusados. O conteúdo das declarações não foi divulgado. Com isso, a fase de instrução foi oficialmente encerrada, e o processo segue agora para análise do juiz responsável, que deverá proferir a sentença — ainda sem prazo definido.

As defesas dos réus negam qualquer envolvimento nos crimes. O advogado de Cayo afirmou que o cliente não tem relação com as ameaças ao youtuber e sustenta que não foram encontradas provas materiais que o vinculem diretamente ao caso. Ele também criticou dificuldades de acesso ao processo que tramita em São Paulo, apontando possível prejuízo à ampla defesa.

Já a defesa de Paulo questiona a legalidade da ação policial que levou à sua prisão. Segundo o advogado, o imóvel onde ele estava não constava no mandado judicial, o que, na avaliação da defesa, comprometeria a validade das provas coletadas no local.

Outro ponto levantado pelos advogados é o tempo de prisão preventiva. Ambos os réus estão detidos há mais de oito meses sem condenação, o que, segundo a defesa, pode configurar excesso.

As investigações tiveram início após denúncias envolvendo crimes virtuais e possíveis ataques coordenados contra o influenciador, que ganhou visibilidade ao abordar conteúdos sensíveis relacionados à proteção de crianças e adolescentes na internet.

Com o encerramento dessa etapa, o caso entra em fase decisiva. A expectativa é que a sentença esclareça o grau de envolvimento dos acusados e estabeleça eventuais responsabilidades penais nos próximos desdobramentos.

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