
Jair Bolsonaro se manifestou nesta terça-feira (21) sobre seu indiciamento pela Polícia Federal (PF) por suposto envolvimento em um plano de golpe de Estado após a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva nas eleições de 2022. O ex-presidente direcionou críticas ao ministro Alexandre de Moraes, relator do caso no Supremo Tribunal Federal (STF), acusando-o de conduzir o processo de maneira parcial.
“O ministro Alexandre de Moraes conduz todo o inquérito, ajusta depoimentos, prende sem denúncia, faz pesca probatória e tem uma assessoria bastante criativa. Faz tudo o que não diz a lei”, afirmou Bolsonaro. Ele também indicou que aguardará a análise de seus advogados sobre os detalhes do indiciamento.
Bolsonaro destacou que o processo seguirá para a Procuradoria-Geral da República (PGR) e reiterou sua desconfiança na condução do caso pela equipe da PF. “É na PGR que começa a luta. Não posso esperar nada de uma equipe que usa criatividade para me denunciar”, declarou.
O caso ganha relevância em meio à série de investigações que o ex-presidente enfrenta, especialmente relacionadas às ações de seus apoiadores após as eleições de 2022. A decisão da PGR sobre o indiciamento poderá definir os próximos passos no processo.
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