
O prefeito Padre Joselito (PSB) desabou sua insatisfação diante mentiras que foram disseminadas durante o processo de votação do Projeto de Lei que autorizou a contratação de empréstimo de até R$ 60 milhões para tocar obras e outros projetos na cidade. A fala do prefeito ocorreu nesta última quinta-feira, 4, durante o lançamento da programação da Festa de Reis.
Joselito desabafou olhando para os vereadores Nino da Gaiola (PP), Neném de Uruçu (PV), Leandro do Transporte Alternativo (PL) e o presidente da câmara legislativa, Léo do AR (PSDB). Além de agradecer a colaboração de todos os vereadores da base aliada, Joselito soltou indiretas para alguém que ele julgou ver uma ‘voz do além’. O prefeito disse que as pessoas sabem quem é a voz que todos os dias divulga mentiras através da mídia.
Mesmo mantendo a serenidade, Joselito disse que de toda forma tentaram distorcer as informações a importância do projeto, na tentativa de colocar a população contra os vereadores que foram favoráveis ao empréstimo. Joselito disse que a ‘voz do além’ mentiu ao dizer que o empréstimo colocava como garantia o salário dos funcionários. O prefeito sugeriu que o irresponsável ‘voltasse para a escola’, pois seria ‘burra’.
O prefeito disse que ‘a voz do além’ não brincasse com a capacidade de raciocínio das pessoas de Gravatá, que não seriam cegas ou loucas ao ponto de não reconhecerem todas as coisas que seu governo tem feito desde o início de 2021. O prefeito afirmou que o dinheiro que será gasto na realização da Festa de Reis não é fruto do empréstimo, e nem poderia ser, pois a finalidade dos recursos é para melhorias na cidade.
Joselito disse que o dinheiro para a realização da pavimentação da rua Quintino Bocaiúva era proveniente de emenda do deputado Eduardo da Fonte (PP), a quem agradeceu a colaboração. Ainda sobre o empréstimo de R$ 60 milhões, o prefeito de Gravatá disse que não tocará nesse dinheiro e nem colocará em seu bolso, como foi dito pela ‘voz do além’. Os recursos, segundo Joselito, serão destinados de forma responsável e transparente e não chegará todo de uma só vez. Será preciso iniciar obras, prestar contas para que mais recursos sejam liberados pela CAIXA.
