
O prefeito Joaquim Neto (PSDB) foi um dos políticos que mais colaborou com o saneamento básico da cidade de Gravatá, agreste pernambucano, muito antes até de sonhar ser prefeito da cidade serrana.
Ainda entre os anos 1994/1997, durante a pior seca da região agreste, Joaquim Neto conseguiu trazer para Gravatá os ‘trens d’água’, que abasteciam as principais comunidades carentes da cidade, a exemplo do bairro Novo, e Área Verde.
Sem a intervenção de Joaquim Neto, Gravatá teria perdido o ‘PROJETO ALVARADA’ que instalou mais de 70 quilômetros de tubulação de esgoto na cidade durante o seu primeiro mandato.
Foi por conta de Joaquim, que Gravatá ganhou, durante o Governo Jarbas Vasconcelos, a barragem de Amaraji, que hoje é o principal vetor de abastecimento da cidade.
E agora, por intermédio do ex-ministro das cidades, Bruno Araújo (PSDB), a cidade de Gravatá foi contemplada com crédito de 21 milhões, que serão investidos na COMPESA para a construção da adutora que abastecerá Gravatá durante 24 horas.
Dizer que Joaquim não ajudou no abastecimento de água potável desta cidade, é desconhecer o passado, não pensar no presente e desmerecer o futuro.
