
Roer unhas é um hábito comum para muitas pessoas, especialmente em momentos de estresse ou ansiedade. No entanto, o que pode parecer um comportamento inofensivo pode trazer uma série de riscos à saúde. Médicos e especialistas alertam sobre as consequências negativas desse ato aparentemente banal.
Primeiramente, roer unhas pode causar danos físicos às unhas e à pele ao seu redor. O ato repetitivo de morder pode levar a infecções bacterianas e fúngicas, resultando em vermelhidão, inchaço e dor. Além disso, roer unhas pode causar deformidades permanentes nas unhas, dificultando seu crescimento normal e saudável.
Outro risco significativo está relacionado à higiene. As mãos estão constantemente em contato com diversas superfícies, acumulando germes e bactérias. Quando uma pessoa roe as unhas, essas bactérias são transferidas para a boca, aumentando o risco de infecções e doenças gastrointestinais. As unhas podem abrigar patógenos como o estafilococo e o estreptococo, que podem causar infecções graves.
Além dos problemas físicos, roer unhas também pode ter implicações psicológicas. Esse hábito é frequentemente associado a transtornos de ansiedade e compulsão, sendo uma resposta a situações de estresse. A longo prazo, pode afetar a autoestima e a confiança da pessoa, especialmente se as unhas ficarem visivelmente danificadas.
Para combater esse hábito, especialistas recomendam várias estratégias. Manter as unhas bem cortadas e cuidadas pode reduzir a tentação de roê-las. Usar esmaltes com sabores amargos também pode ser eficaz. Além disso, técnicas de manejo do estresse, como meditação e exercícios de respiração, podem ajudar a reduzir a ansiedade que leva ao ato de roer unhas.
Em casos mais graves, pode ser necessário buscar ajuda profissional. Terapias comportamentais e, em alguns casos, medicação, podem ser recomendadas para tratar a ansiedade subjacente e ajudar a pessoa a abandonar o hábito.
Em resumo, roer unhas vai além de um simples vício. Os riscos à saúde física e mental são reais e podem ser significativos. Conscientizar-se dos perigos e tomar medidas para interromper esse comportamento é essencial para garantir o bem-estar geral.
