
A Rádio Nova FM, pertencente à Fundação para o Desenvolvimento Sustentável de Gravatá (FDSG), está novamente envolvida em um processo judicial. Nesta quarta-feira, 21 de agosto, os advogados do prefeito Joselito Gomes (AVANTE) ingressaram com uma ação contra a emissora, alegando que um programa de notícias transmitido pela estação divulgou informações sabidamente inverídicas contra o atual prefeito.
Segundo as informações apuradas pelo PERNAMBUCO NOTÍCIAS, o conteúdo divulgado pela Rádio Nova FM, além de supostamente ser fake news, também é caracterizado como propaganda eleitoral negativa, prejudicando a imagem do candidato à reeleição, Joselito Gomes. Embora o site não tenha tido acesso ao conteúdo exato divulgado pela emissora, ele foi anexado ao processo que já foi encaminhado ao Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE/PE), com vistas ao cartório da 30ª Zona Eleitoral.
Além da própria Rádio Nova FM, representada pela FDSG, o processo também envolve outras duas pessoas, cujos nomes estão citados como participantes na disseminação das informações contestadas. Todos os envolvidos agora enfrentam acusações de divulgação de notícia sabidamente inverídica, um ato que pode ter sérias consequências no âmbito eleitoral, especialmente em um período tão crítico como o das eleições municipais.
Nos próximos dias, a justiça local deverá decidir se concede ou não o pedido de direito de resposta solicitado pelos advogados de Joselito Gomes. Esse direito, se concedido, permitirá que o prefeito utilize o mesmo espaço na rádio para refutar as alegações e esclarecer os fatos perante os ouvintes da estação.
Este processo pode ter um impacto significativo na campanha eleitoral em Gravatá, acirrando ainda mais a disputa entre os candidatos. A acusação de divulgação de fake news coloca a Rádio Nova FM e os envolvidos sob os holofotes, destacando a importância da veracidade e responsabilidade na cobertura das eleições.
O caso também levanta questões sobre o papel da mídia na disseminação de informações durante o período eleitoral e reforça a necessidade de rigor no controle de conteúdos veiculados, especialmente quando podem influenciar a opinião pública e afetar a lisura do processo eleitoral.
