
O Governo de Pernambuco empossou, ontem, os novos integrantes do Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC/PE), em cerimônia no Palácio do Campo das Princesas. Com 13 membros titulares, sendo seis da sociedade civil e sete do Governo, além de suplentes, o conselho atuará no biênio 2024-2026 na proteção e valorização dos bens culturais materiais e imateriais do Estado.
A governadora Raquel Lyra destacou o papel do CEPPC/PE como instância consultiva e deliberativa para assegurar a preservação do rico legado cultural pernambucano. “Desde o início da nossa gestão, investimos na recuperação de prédios históricos, como o Liceu de Artes e Ofícios e o Mosteiro de São Bento. Com o apoio desse conselho, avançaremos ainda mais na salvaguarda do patrimônio do nosso Estado”, declarou.
A cerimônia também reforçou a união entre sociedade civil e Governo na proteção das tradições e identidades locais. Segundo a secretária de Cultura, Cacau de Paula, “o conselho é essencial para garantir que o legado de Pernambuco seja valorizado, fortalecendo a cultura como pilar do desenvolvimento”.
Representatividade e missão
Os novos conselheiros foram selecionados seguindo a Lei Estadual nº 15.430/2014, que regula a composição e atribuições do CEPPC/PE. Ao todo, 350 inscrições foram recebidas, representando diversas áreas, como urbanismo, meio ambiente, turismo, arqueologia e comunidades tradicionais.
Entre as atribuições do conselho estão a análise de tombamentos e registros de bens culturais, além do incentivo à criação de conselhos municipais de preservação. A conselheira Ana de Fátima Barbosa, representante de movimentos sociais, destacou a importância de ações como a escolha do Patrimônio Vivo do Estado e o fomento ao diálogo entre as regiões pernambucanas.
Com mandatos de dois anos, os novos membros assumem a responsabilidade de garantir que a história e a cultura pernambucanas sigam preservadas, promovendo o desenvolvimento sustentável e o respeito às tradições locais.
