
A administração de uma cidade vai muito além de promessas vazias e obras faraônicas de última hora. Esse modelo, infelizmente comum em muitas gestões públicas, acaba por transformar a política em um espetáculo sazonal, onde prefeitos surgem como “salvadores da pátria” apenas em anos eleitorais. No entanto, Padre Joselito Gomes (AVANTE), prefeito de Gravatá, tem mostrado uma nova forma de governar, provando que a gestão pública exige trabalho árduo, compromisso contínuo e um senso de dever que ultrapassa a ambição pessoal.
Desde que assumiu o cargo em 1º de janeiro de 2021, Joselito tem se dedicado incansavelmente à melhoria da cidade. E, embora sua idade de 63 anos possa sugerir uma administração mais calma, sua disposição surpreende, superando até mesmo a de muitos jovens políticos que, em tese, deveriam ser mais energéticos e proativos. Padre Joselito tem dado um exemplo de persistência e responsabilidade, algo que não pode ser ignorado.
O mais notável nessa administração é o compromisso de Joselito em governar todos os dias do seu mandato e não apenas nas vésperas de eleições. Ao contrário do “político copa do mundo”, que só aparece a cada quatro anos para tentar impressionar os eleitores com obras grandiosas e eventos, Joselito tem trabalhado de forma consistente, mantendo um ritmo que qualquer futuro gestor terá que seguir se quiser manter a cidade no caminho do desenvolvimento.

E esse ritmo de trabalho não parou nem mesmo após a recente eleição. Dois dias depois do resultado, Joselito já estava despachando na prefeitura, entregando reformas e certificados, mostrando que a gestão pública é uma tarefa diária. E as novidades continuam chegando: no primeiro trimestre de 2025, Gravatá terá uma nova escola municipal de tempo integral, beneficiando quase 500 alunos, além de mais uma creche no Riacho do Mel. Esses projetos são uma continuidade de um trabalho que já entregou quatro creches à cidade, todas funcionais.
O legado de Padre Joselito, portanto, não é apenas físico, representado pelas obras e melhorias feitas em sua gestão. Seu maior legado talvez seja a cartilha de trabalho contínuo que ele deixa para a cidade. Quem vier depois dele terá a difícil missão de, no mínimo, manter o que foi feito, ou arriscar-se a ser rapidamente comparado de forma negativa com um gestor que entregou não só promessas, mas resultados concretos.

Além disso, a vitória nas urnas com 32.888 votos de aprovação mostra que a população gravataense valoriza quem trabalha e quem é transparente em suas ações. Mesmo enfrentando uma mídia local muitas vezes oposicionista, Padre Joselito mostrou que, no fim das contas, o que realmente conta é o trabalho feito, não o barulho dos que torcem contra.

Gravatá, definitivamente, não aceita mais o “político de quatro em quatro anos”. O caminho aberto por Joselito é claro: a cidade precisa de gestores comprometidos, que trabalhem de forma honesta e consistente durante todo o mandato. A esperança agora é que esse exemplo de dedicação inspire não só futuros prefeitos, mas também a população, para que continuem a exigir esse nível de comprometimento daqueles que governam. Afinal, Gravatá já experimentou o que é ter uma gestão verdadeiramente dedicada. E quem vier a seguir, terá que, no mínimo, seguir esse exemplo.
