
É incrível como a política tem seus desdobramentos, a construção e a destruição progressiva. No jogo da política, quando o ‘time está em campo’ existem regras que precisam ser cumpridas. Quando um jogador está fazendo muitas faltas é preciso tirá-lo de campo e substituí-lo antes que ele sozinho comprometa todo time.
Pior ainda é quando um jogador que participou de várias partidas clássicas da política ao invés de jogar contra o adversário ele passa a atacar, em campo, os jogadores do próprio time.
De moto literário, nunca se viu time que joga contra os aliados vencer a partida, principalmente quando se aproxima o dia da partida final, onde apenas um time levantará a taça da vitória eleitoral.
Como mero expectador dessa partida tenho o privilégio de sentir a ‘emoção’ do jogo, e confesso: me preocupo. Como em qualquer experiência científica é preciso eliminar todos os questionamentos possíveis antes de imprimir um resultado. Me questiono por qual razão um jogador tenta derrubar um aliado? Seria uma orientação técnica ou extra grupal (quando a ordem parte de outra pessoa que já não faz mais parte do time).
Num jogo decente, aliado joga a bola para o aliado na tentativa de fazer o gol. Quando o gol é feito, não é o jogador que leva os méritos, mas todo time. Todos em campo estão buscando um só objetivo: VENCER A PARTIDA. Agora, será que não existem “elementos” interessados em fragilizar o time? Não haveria alguém interessado em ver o técnico sair do time, ou pior, em ver o time perder a partida de outubro de 2024?
Oriento o técnico desta equipe analisar minunciosamente os lances deste jogador. Sugiro que o dono do time determine que o técnico deixe o jogador no banco de reserva, ou reincida seu contrato. Nem todo mundo está psicologicamente treinado para dominar a fama, o poder, e principalmente a riqueza.
