
Mesmo levando uma vida ativa e saudável, Georgia Gardiner, de 28 anos, moradora de Leeds, na Inglaterra, enfrentou uma virada drástica ao descobrir uma grave doença que havia sido inicialmente negligenciada. Após meses sofrendo com dores intensas na parte superior do estômago, a jovem recebeu repetidos diagnósticos de azia e refluxo, o que adiou a investigação correta dos sintomas.
O quadro só foi esclarecido após a realização de exames mais detalhados, que revelaram um diagnóstico devastador: Georgia foi acometida por linite plástica, uma forma rara e altamente agressiva de câncer de estômago. O diagnóstico foi confirmado em junho deste ano.
A essa altura, o câncer já havia se espalhado para tecidos adjacentes e gânglios linfáticos na região do tórax, configurando o estágio 4 da doença — considerado o mais avançado, sem possibilidade de cura ou tratamento curativo. Segundo os médicos, a expectativa de vida de Georgia agora pode não ultrapassar um ano.
O caso chama atenção para a importância da investigação precoce de sintomas persistentes e reforça os desafios enfrentados por pacientes com doenças raras e de difícil diagnóstico.
