
Quem conhece os trabalhos da Câmara de Gravatá, agreste pernambucano, percebe que desde que Léo do AR (PSDB) assumiu a presidente do Poder Legislativo o clima na Casa Elias Torres está mais amistoso, em paz e sem confusão.
No passado, a câmara de vereadores era marcada por brigas, agressões verbais e físicas, além de diversos episódios que terminavam na delegacia ou em ações criminais na justiça.
Antes, os vereadores cuspiam no rosto do outro; jogavam água, chamavam palavrões; atacavam uns aos outros e até a honra muitas vezes foram abaladas com acusações graves que ultrapassavam os limites da câmara.
Nem parece que existe oposição e situação na câmara, pois todos os vereadores trabalham em harmonia, querendo apenas aprovar projetos, indicações e requerimentos que beneficiem todos os gravataenses, do mais rico ao menos favorecido.

Antes das reuniões, oposição e situação se misturam formando uma grande aliança, embora existam forças ocultas que querem plantar a discórdia. Nestes casos é preciso ter inteligência.
ELES COMBINAM TUDO:
Sem interesse de prejudicar a gerenciamento do padre Joselito (PSB), a oposição e situação se reúnem com frequência para discutir que matérias são enviadas. Eles buscam apontar erros antes da aprovação de projetos enviados pela prefeitura, sendo muitas vezes humilde e retira de pauta para corrigir erros de redação.
