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Galpão das Artes em Limoeiro festeja 21 anos com lançamento do primeiro livro

galpao das artes em limoeiro festeja 21 anos com lancamento do primeiro livro

O Centro de Criação Galpão das Artes, considerado um dos mais importantes patrimônios culturais do Estado, localizado na cidade de Limoeiro, na região do Agreste pernambucano, virou tema de um livro que será lançado na noite desta quarta-feira (20). A obra, de autoria da escritora limoeirense, Maria José de Barros, intitulada: ‘Galpão das Artes – De Limoeiro Para O Mundo’ busca recontar a trajetória da instituição, que há 21 anos atua na defesa, preservação e salvaguarda da cultura popular do Nordeste, por meio de várias atividades culturais oferecidas à comunidade local, como cursos, oficinas de teatro, apresentações de espetáculos, exposições, entre outros. O evento de lançamento do primeiro livro sobre a instituição acontece a partir das 19h30. Para participar da festa é preciso apresentar a carteira de vacinação. O uso de máscara é obrigatório.  

A publicação é assinada pela Editora Libertas, e tem o prefácio do arte-educador, produtor cultural e idealizador do Galpão das Artes, Fábio André. O livro, que conta com cerca de 112 páginas, reúne fotografias, depoimentos e fatos importantes sobre as atividades culturais realizadas pela instituição, no Brasil e no exterior. “A finalidade do livro é ser muito mais que um registro de nossas memórias. É um espaço para colocarmos em letras, nossas emoções, conquistas e, também demonstrar nossa paixão pelo fazer cultural, que tanto nos engrandece e nos move, diariamente. Estamos felizes por mais uma realização” destaca Fábio André.  

Durante a festa de lançamento, o público vai poder prestigiar uma noite especial de autógrafos, com música regional ao som da voz e violão de Amanda Souza e o sax de Aldemir Freire. O evento terá, ainda, as presenças das escritoras Flávia Suassuna e Cida Pedrosa. Também participam do evento os artistas José Manoel Sobrinho, Feliciano Félix e Ivonete Melo. O encontro também marca a retomada oficial das atividades, já que nos últimos dois anos precisou fazer uma pausa no atendimento do público por conta da pandemia de covid.  

O livro pode ser adquirido no valor de R$ 40,  na sede do Galpão das Artes, que fica na rua Vigário Joaquim Pinto, nº 465, em Limoeiro-PE.  O leitor interessado também pode realizar sua aquisição através do @galpaodasartesoficial. 

Galpão das Artes – é um equipamento histórico da cidade de Limoeiro. Na década de 1950, o local tornou-se um centro de armazenamento de algodão, considerado outro branco da época, em virtudes do sucesso da colheita do algodão e o seu beneficiamento Muitos investidores nacionais e internacionais eram atraídos ao município em virtude do seu potencial econômico, por meio do algodão. Não demorou muito, e uma praga provocada por um inseto, chamado bicudo, pôs fim à cadeia de produção dos algodões na cidade. Já nos anos 2000, o local deu espaço à arte e à cultura, virando a página da história do município.  Atualmente, o local abriga um auditório que leva o nome do jornalista Cristiano Donato. Há ainda, um camarim com nome da atriz caruaruense, Prazeres Barbosa. Além disso, existe uma cabine de luz e som com o nome do ator caruaruense, Francisco Torres. O Grupo de artistas, que têm atuação direta nas atividades do Galpão das Artes também já esteve diante de um dos importantes dramaturgo brasileiro: Ariano Suassuna, inclusive, uma de suas histórias, “A Inconveniência de Ter Coragem”, dá nome a um dos espetáculo do grupo, foi levada para o Festival de Cultura Lusófona, na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, em Portugal. Em setembro de 2008, a atriz pernambucana Geninha da Rosa Borges doou seu acervo literário ao Galpão das Artes. E, em abril de 2012, inaugurou o menor minimuseu dedicado aos brinquedos populares do Nordeste. O espaço leva o nome Dona Daluz, artesã de Limoeiro já falecida.  Ela utilizava palha de milho para fazer petecas e bonecas.

O Centro de Criação Galpão das Artes, considerado um dos mais importantes patrimônios culturais do Estado, localizado na cidade de Limoeiro, na região do Agreste pernambucano, virou tema de um livro que será lançado na noite desta quarta-feira (20). A obra, de autoria da escritora limoeirense, Maria José de Barros, intitulada: ‘Galpão das Artes – De Limoeiro Para O Mundo’ busca recontar a trajetória da instituição, que há 21 anos atua na defesa, preservação e salvaguarda da cultura popular do Nordeste, por meio de várias atividades culturais oferecidas à comunidade local, como cursos, oficinas de teatro, apresentações de espetáculos, exposições, entre outros. O evento de lançamento do primeiro livro sobre a instituição acontece a partir das 19h30. Para participar da festa é preciso apresentar a carteira de vacinação. O uso de máscara é obrigatório.  

A publicação é assinada pela Editora Libertas, e tem o prefácio do arte-educador, produtor cultural e idealizador do Galpão das Artes, Fábio André. O livro, que conta com cerca de 112 páginas, reúne fotografias, depoimentos e fatos importantes sobre as atividades culturais realizadas pela instituição, no Brasil e no exterior. “A finalidade do livro é ser muito mais que um registro de nossas memórias. É um espaço para colocarmos em letras, nossas emoções, conquistas e, também demonstrar nossa paixão pelo fazer cultural, que tanto nos engrandece e nos move, diariamente. Estamos felizes por mais uma realização” destaca Fábio André.  

Durante a festa de lançamento, o público vai poder prestigiar uma noite especial de autógrafos, com música regional ao som da voz e violão de Amanda Souza e o sax de Aldemir Freire. O evento terá, ainda, as presenças das escritoras Flávia Suassuna e Cida Pedrosa. Também participam do evento os artistas José Manoel Sobrinho, Feliciano Félix e Ivonete Melo. O encontro também marca a retomada oficial das atividades, já que nos últimos dois anos precisou fazer uma pausa no atendimento do público por conta da pandemia de covid.  

O livro pode ser adquirido no valor de R$ 40,  na sede do Galpão das Artes, que fica na rua Vigário Joaquim Pinto, nº 465, em Limoeiro-PE.  O leitor interessado também pode realizar sua aquisição através do @galpaodasartesoficial. 

Galpão das Artes – é um equipamento histórico da cidade de Limoeiro. Na década de 1950, o local tornou-se um centro de armazenamento de algodão, considerado outro branco da época, em virtudes do sucesso da colheita do algodão e o seu beneficiamento Muitos investidores nacionais e internacionais eram atraídos ao município em virtude do seu potencial econômico, por meio do algodão. Não demorou muito, e uma praga provocada por um inseto, chamado bicudo, pôs fim à cadeia de produção dos algodões na cidade. Já nos anos 2000, o local deu espaço à arte e à cultura, virando a página da história do município.  Atualmente, o local abriga um auditório que leva o nome do jornalista Cristiano Donato. Há ainda, um camarim com nome da atriz caruaruense, Prazeres Barbosa. Além disso, existe uma cabine de luz e som com o nome do ator caruaruense, Francisco Torres. O Grupo de artistas, que têm atuação direta nas atividades do Galpão das Artes também já esteve diante de um dos importantes dramaturgo brasileiro: Ariano Suassuna, inclusive, uma de suas histórias, “A Inconveniência de Ter Coragem”, dá nome a um dos espetáculo do grupo, foi levada para o Festival de Cultura Lusófona, na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, em Portugal. Em setembro de 2008, a atriz pernambucana Geninha da Rosa Borges doou seu acervo literário ao Galpão das Artes. E, em abril de 2012, inaugurou o menor minimuseu dedicado aos brinquedos populares do Nordeste. O espaço leva o nome Dona Daluz, artesã de Limoeiro já falecida.  Ela utilizava palha de milho para fazer petecas e bonecas.

O Centro de Criação Galpão das Artes, considerado um dos mais importantes patrimônios culturais do Estado, localizado na cidade de Limoeiro, na região do Agreste pernambucano, virou tema de um livro que será lançado na noite desta quarta-feira (20). A obra, de autoria da escritora limoeirense, Maria José de Barros, intitulada: ‘Galpão das Artes – De Limoeiro Para O Mundo’ busca recontar a trajetória da instituição, que há 21 anos atua na defesa, preservação e salvaguarda da cultura popular do Nordeste, por meio de várias atividades culturais oferecidas à comunidade local, como cursos, oficinas de teatro, apresentações de espetáculos, exposições, entre outros. O evento de lançamento do primeiro livro sobre a instituição acontece a partir das 19h30. Para participar da festa é preciso apresentar a carteira de vacinação. O uso de máscara é obrigatório.  

A publicação é assinada pela Editora Libertas, e tem o prefácio do arte-educador, produtor cultural e idealizador do Galpão das Artes, Fábio André. O livro, que conta com cerca de 112 páginas, reúne fotografias, depoimentos e fatos importantes sobre as atividades culturais realizadas pela instituição, no Brasil e no exterior. “A finalidade do livro é ser muito mais que um registro de nossas memórias. É um espaço para colocarmos em letras, nossas emoções, conquistas e, também demonstrar nossa paixão pelo fazer cultural, que tanto nos engrandece e nos move, diariamente. Estamos felizes por mais uma realização” destaca Fábio André.  

Durante a festa de lançamento, o público vai poder prestigiar uma noite especial de autógrafos, com música regional ao som da voz e violão de Amanda Souza e o sax de Aldemir Freire. O evento terá, ainda, as presenças das escritoras Flávia Suassuna e Cida Pedrosa. Também participam do evento os artistas José Manoel Sobrinho, Feliciano Félix e Ivonete Melo. O encontro também marca a retomada oficial das atividades, já que nos últimos dois anos precisou fazer uma pausa no atendimento do público por conta da pandemia de covid.  

O livro pode ser adquirido no valor de R$ 40,  na sede do Galpão das Artes, que fica na rua Vigário Joaquim Pinto, nº 465, em Limoeiro-PE.  O leitor interessado também pode realizar sua aquisição através do @galpaodasartesoficial. 

Galpão das Artes – é um equipamento histórico da cidade de Limoeiro. Na década de 1950, o local tornou-se um centro de armazenamento de algodão, considerado outro branco da época, em virtudes do sucesso da colheita do algodão e o seu beneficiamento Muitos investidores nacionais e internacionais eram atraídos ao município em virtude do seu potencial econômico, por meio do algodão. Não demorou muito, e uma praga provocada por um inseto, chamado bicudo, pôs fim à cadeia de produção dos algodões na cidade. Já nos anos 2000, o local deu espaço à arte e à cultura, virando a página da história do município.  Atualmente, o local abriga um auditório que leva o nome do jornalista Cristiano Donato. Há ainda, um camarim com nome da atriz caruaruense, Prazeres Barbosa. Além disso, existe uma cabine de luz e som com o nome do ator caruaruense, Francisco Torres. O Grupo de artistas, que têm atuação direta nas atividades do Galpão das Artes também já esteve diante de um dos importantes dramaturgo brasileiro: Ariano Suassuna, inclusive, uma de suas histórias, “A Inconveniência de Ter Coragem”, dá nome a um dos espetáculo do grupo, foi levada para o Festival de Cultura Lusófona, na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, em Portugal. Em setembro de 2008, a atriz pernambucana Geninha da Rosa Borges doou seu acervo literário ao Galpão das Artes. E, em abril de 2012, inaugurou o menor minimuseu dedicado aos brinquedos populares do Nordeste. O espaço leva o nome Dona Daluz, artesã de Limoeiro já falecida.  Ela utilizava palha de milho para fazer petecas e bonecas.

O Centro de Criação Galpão das Artes, considerado um dos mais importantes patrimônios culturais do Estado, localizado na cidade de Limoeiro, na região do Agreste pernambucano, virou tema de um livro que será lançado na noite desta quarta-feira (20). A obra, de autoria da escritora limoeirense, Maria José de Barros, intitulada: ‘Galpão das Artes – De Limoeiro Para O Mundo’ busca recontar a trajetória da instituição, que há 21 anos atua na defesa, preservação e salvaguarda da cultura popular do Nordeste, por meio de várias atividades culturais oferecidas à comunidade local, como cursos, oficinas de teatro, apresentações de espetáculos, exposições, entre outros. O evento de lançamento do primeiro livro sobre a instituição acontece a partir das 19h30. Para participar da festa é preciso apresentar a carteira de vacinação. O uso de máscara é obrigatório.  

A publicação é assinada pela Editora Libertas, e tem o prefácio do arte-educador, produtor cultural e idealizador do Galpão das Artes, Fábio André. O livro, que conta com cerca de 112 páginas, reúne fotografias, depoimentos e fatos importantes sobre as atividades culturais realizadas pela instituição, no Brasil e no exterior. “A finalidade do livro é ser muito mais que um registro de nossas memórias. É um espaço para colocarmos em letras, nossas emoções, conquistas e, também demonstrar nossa paixão pelo fazer cultural, que tanto nos engrandece e nos move, diariamente. Estamos felizes por mais uma realização” destaca Fábio André.  

Durante a festa de lançamento, o público vai poder prestigiar uma noite especial de autógrafos, com música regional ao som da voz e violão de Amanda Souza e o sax de Aldemir Freire. O evento terá, ainda, as presenças das escritoras Flávia Suassuna e Cida Pedrosa. Também participam do evento os artistas José Manoel Sobrinho, Feliciano Félix e Ivonete Melo. O encontro também marca a retomada oficial das atividades, já que nos últimos dois anos precisou fazer uma pausa no atendimento do público por conta da pandemia de covid.  

O livro pode ser adquirido no valor de R$ 40,  na sede do Galpão das Artes, que fica na rua Vigário Joaquim Pinto, nº 465, em Limoeiro-PE.  O leitor interessado também pode realizar sua aquisição através do @galpaodasartesoficial. 

Galpão das Artes – é um equipamento histórico da cidade de Limoeiro. Na década de 1950, o local tornou-se um centro de armazenamento de algodão, considerado outro branco da época, em virtudes do sucesso da colheita do algodão e o seu beneficiamento Muitos investidores nacionais e internacionais eram atraídos ao município em virtude do seu potencial econômico, por meio do algodão. Não demorou muito, e uma praga provocada por um inseto, chamado bicudo, pôs fim à cadeia de produção dos algodões na cidade. Já nos anos 2000, o local deu espaço à arte e à cultura, virando a página da história do município.  Atualmente, o local abriga um auditório que leva o nome do jornalista Cristiano Donato. Há ainda, um camarim com nome da atriz caruaruense, Prazeres Barbosa. Além disso, existe uma cabine de luz e som com o nome do ator caruaruense, Francisco Torres. O Grupo de artistas, que têm atuação direta nas atividades do Galpão das Artes também já esteve diante de um dos importantes dramaturgo brasileiro: Ariano Suassuna, inclusive, uma de suas histórias, “A Inconveniência de Ter Coragem”, dá nome a um dos espetáculo do grupo, foi levada para o Festival de Cultura Lusófona, na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, em Portugal. Em setembro de 2008, a atriz pernambucana Geninha da Rosa Borges doou seu acervo literário ao Galpão das Artes. E, em abril de 2012, inaugurou o menor minimuseu dedicado aos brinquedos populares do Nordeste. O espaço leva o nome Dona Daluz, artesã de Limoeiro já falecida.  Ela utilizava palha de milho para fazer petecas e bonecas.

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