
Em Gravatá, agreste pernambucano, está se tornando cada vez mais comum a realização de festas privadas com a presença de menores realizando consumo de drogas e bebida alcoólicas. Em alguns casos, vans são alugadas para transportar este público para outras cidades e localidades na zona rural de municípios vizinhos.
Desde 1990, quando foi criado o Estatuto da Criança e do Adolescente, é proibida a venda e oferecimento de drogas e bebidas à criança e adolescentes (Art. 81 da Lei 8.069/1990). Para quem não sabe, também é proibido hospedar crianças e adolescentes em hotel, motel, pensão ou qualquer lugar sem ser autorizado, ou acompanhado pelos pais, ou responsáveis, (Art. 43 da Lei 3.688/1941). Nestes dois casos, quem descumprir as normativas podem ser presos e pagar multa.
Mesmo com as Leis existindo, pessoas de maior idade estão organizando festas onde além de bebidas, jovens estão inseridos (a) no cardápio. É quase impossível rastrear a realização destas festas, pois elas são itinerantes e ocorrem em ambientes fechados e distantes da cidade. Os jovens são vários categorias de nomes para este tipo de evento, entre eles: fluxos e rolê.
FLOPOU:
Vez ou outra a Polícia Militar é informada sobre estes ‘bacanais’. Uma fonte, que prefere não ser identificada, com medo de sofrer represálias, informou que neste último sábado (27) a polícia provavelmente teria encerrado uma destas festas com a presença de menores. Todos os responsáveis e envolvidos teriam sido levados para a delegacia após terem sido flagrados em Chã Grande. A maioria dos envolvidos são residentes em Gravatá.
