
João Augusto e as gêmeas Marina e Sofia, filhos do apresentador Gugu Liberato (1959-2019) e Rose Miriam, participarão de uma audiência de conciliação na próxima segunda-feira (9/9). O encontro envolve uma ação judicial movida por Ricardo Rocha, que alega ser o quarto filho do comunicador e reivindica parte da herança deixada pelo ex-apresentador da Record.
A audiência foi solicitada pela defesa dos três filhos reconhecidos legalmente, que buscam resolver o impasse da investigação de paternidade o mais rápido possível. Em junho de 2022, Ricardo entrou com uma ação afirmando que sua mãe teve um relacionamento com Gugu em 1973, quando ele tinha 14 anos.
Como resultado da ação, a Justiça de São Paulo bloqueou parte dos bens do apresentador, determinando o congelamento de um quarto dos saldos das contas bancárias e das aplicações financeiras até que a questão seja resolvida. João Augusto, Marina e Sofia já concordaram em ceder material para o exame de DNA, mas Ricardo Rocha exige que o teste seja realizado com a mãe de Gugu, Maria do Céu Moraes, de 94 anos, devido à sua alegação de que os filhos reconhecidos legalmente foram concebidos via fertilização in vitro.
A família Liberato, no entanto, rejeita essa exigência devido à idade avançada da matriarca. Ricardo Rocha argumenta que, como os filhos de Gugu não foram concebidos biologicamente, o exame com a avó seria mais preciso para confirmar a paternidade.
Herança bilionária em disputa
Gugu Liberato faleceu aos 60 anos, em novembro de 2019, após sofrer um acidente doméstico em sua casa em Orlando, Estados Unidos. O apresentador deixou um patrimônio estimado em R$ 1 bilhão, sendo 75% destinado a seus três filhos e 25% aos seus cinco sobrinhos.
A audiência de conciliação será um momento crucial na disputa, que pode impactar significativamente a divisão do patrimônio do apresentador.
