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Disputa presidencial pega fogo: nova pesquisa mostra Lula e Flávio Bolsonaro quase empatados para 2026; veja os números

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Uma nova pesquisa de intenção de voto para a eleição presidencial de 2026 aponta uma disputa muito mais equilibrada do que indicavam levantamentos anteriores. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece com 46% das preferências em um eventual segundo turno contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que registra 43%.

O levantamento foi divulgado neste sábado (7) e mostra um cenário nacional de forte polarização política, com a diferença entre os dois nomes ficando dentro de uma margem considerada apertada.

Além dos dois principais candidatos testados, 10% dos entrevistados disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum dos dois. Outros 1% afirmaram não saber em quem votariam caso a disputa ocorresse hoje.

Os números indicam uma mudança importante em relação às pesquisas anteriores. No levantamento realizado em dezembro, Lula aparecia com uma vantagem mais confortável, alcançando 51% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro tinha 36%. Já em julho de 2025, o cenário também era mais favorável ao atual presidente, que registrava 48%, contra 37% do senador.

A comparação entre as pesquisas mostra que a diferença entre os dois nomes diminuiu de forma significativa ao longo dos últimos meses, sinalizando um possível acirramento do cenário político rumo às eleições de 2026.

Para elaborar o estudo, foram entrevistados 2.004 eleitores com 16 anos ou mais, em diferentes regiões do país. As entrevistas ocorreram entre segunda-feira (3) e quinta-feira (5) em 137 municípios brasileiros.

De acordo com os responsáveis pelo levantamento, a margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança estimado em 95%. Dentro desse intervalo estatístico, o resultado reforça a possibilidade de uma disputa bastante competitiva caso esse cenário se confirme nas eleições presidenciais.

Com o calendário eleitoral ainda distante, analistas avaliam que o quadro pode sofrer novas mudanças ao longo dos próximos meses, à medida que o debate político se intensifica e possíveis candidaturas se consolidam. Novos levantamentos devem ajudar a indicar se a tendência de aproximação entre os dois nomes continuará ou se haverá mudanças no equilíbrio da corrida presidencial.

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