Bolsonaro deixa hospital após internação grave e decisão judicial surpreende — entenda o que aconteceu e o que vem agora

O ex-presidente Jair Bolsonaro recebeu alta médica nesta sexta-feira (27), após quase duas semanas internado por um quadro de broncopneumonia que exigiu cuidados intensivos e mobilizou atenção nacional.
A internação começou no dia 13, em Brasília, quando ele apresentou sintomas preocupantes, incluindo febre alta, queda na oxigenação, calafrios e suor intenso. O estado de saúde exigiu transferência para a UTI, onde permaneceu por mais de uma semana sob monitoramento rigoroso.
Durante o período mais crítico, a equipe médica ajustou o tratamento para um modelo mais compatível com a condição apresentada, mantendo Bolsonaro em cuidados semi-intensivos ainda dentro da UTI. A resposta ao tratamento foi considerada positiva.
Com a melhora gradual, ele deixou a unidade intensiva na última segunda-feira (23) e foi transferido para um quarto, onde continuou em recuperação até receber alta hospitalar.
O diagnóstico apontou uma pneumonia bacteriana causada por broncoaspiração — situação em que substâncias do estômago acabam sendo levadas para os pulmões, provocando infecção.
Decisão do STF muda cenário
Enquanto ainda estava internado, o caso ganhou um novo capítulo no campo jurídico. O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, autorizou que o ex-presidente cumpra prisão domiciliar por 90 dias.
A decisão foi tomada após solicitação da defesa e levou em consideração o estado de saúde apresentado durante a internação.
O que acontece agora
Com a alta médica, Bolsonaro seguirá o tratamento fora do hospital, mas sob restrições impostas pela Justiça. O período de prisão domiciliar deve ser acompanhado de cuidados médicos contínuos e possíveis reavaliações clínicas.
O caso segue em acompanhamento tanto na esfera de saúde quanto no Judiciário, e novos desdobramentos podem ocorrer conforme a evolução do quadro e o andamento dos processos.



