
Durante participação no programa Chupim, da rádio Metropolitana FM, a vidente Lene Sensitiva afirmou ter tido uma experiência espiritual envolvendo Eliza Samudio, caso que marcou o país há mais de uma década. Em relato emocionado, a espiritualista disse que teria tentado estabelecer um contato direto com a jovem e recebido, segundo ela, um alerta de cuidado.
De acordo com a vidente, a suposta comunicação indicaria preocupação com as “condições energéticas” e o isolamento do local onde estariam ocultados os restos mortais da modelo. A declaração voltou a colocar o nome de Eliza em evidência e reacendeu debates nas redes sociais.

Ainda durante a entrevista, Lene afirmou que a imagem espiritual de Eliza se mostraria tranquila, mas reagiria de maneira diferente ao ouvir nomes de pessoas próximas. Segundo a sensitiva, haveria um distanciamento quando o nome da mãe é citado, enquanto a menção ao filho, Bruninho Samudio, provocaria imediata aproximação.
O menino é fruto do relacionamento de Eliza com o ex-goleiro Bruno, condenado pelo assassinato da modelo em 2010.
Promessa de “encerrar o caso”
A vidente declarou que pretende organizar informações e anotações envolvendo personagens ligados ao crime, como Bola e Macarrão, condenados no processo. Ela afirmou que não busca exposição midiática e que pretende agir com discrição.
Segundo Lene, caso as “visões” sejam confirmadas, a intenção é comunicar as autoridades e acompanhar eventual atuação policial para tentar localizar os restos mortais de Eliza.

Caso segue oficialmente encerrado na Justiça
O desaparecimento e morte de Eliza Samudio continuam sendo um dos crimes mais emblemáticos do país. Apesar das condenações, o corpo da modelo nunca foi encontrado, o que mantém o caso cercado de comoção pública.
Até o momento, não há manifestação oficial das autoridades sobre as declarações feitas pela vidente. A eventual reabertura de diligências dependeria de elementos concretos que justifiquem novas buscas.
Enquanto isso, o episódio volta a mobilizar a opinião pública e reacende a dor de um crime que ainda ecoa na memória coletiva brasileira.








