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Recife

UPA de Gravatá não saiu do papel por conta de fraudes que estão sendo investigadas pela Polícia Federal


O prefeito de Gravatá, Joaquim Neto (PSDB), foi provocado durante live sobre o motivo pelo qual a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Gravatá não foi entregue para a população, mesmo tendo tido sua obra predial iniciada na gestão de Ozano Brito (PSB) e concluída na gestão do ex-prefeito Bruno Martiniano (sem partido).

Segundo o secretário de saúde, Luiz Ribamar, a gestão municipal já teria solicitado ao Ministério da Saúde (MS) a utilização do prédio como uma policlínica administrada pelo município, mas o pedido foi negado administrativamente, sob a alegação de que possíveis irregularidades, em gestões passadas, estariam sendo investigadas pela Polícia Federal, e outros órgãos de fiscalização.

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Antes de concluir sua fala, o secretário foi interrompido por Joaquim Neto, que pontuou que essa pauta da UPA está hora ou outra sendo colocada em evidência por pessoas que não contribuem com o município.

Segundo Joaquim Neto, foram roubados 1,4 milhões de reais da UPA, e que ‘oportunistas’ serão presos, e que na cadeia deverão se encarregar de devolver esse dinheiro. O prefeito disse que desde 2017 tem tentado utilizar o prédio da UPA, mas não conseguiu.

Ouça a deferência dos gestores sobre o assunto:

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