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Tem boi na linha no processo de Luiz Prequé contra Léo do AR

Está tramitando na justiça um processo que Luiz Prequé (PSD) pede liminarmente reavaliação do resultado das eleições que elegeu Léo do AR (PSDB) como novo presidente da Câmara Municipal de Gravatá, agreste pernambucano.

O site teve acesso aos documentos anexados ao processo. Entre eles está um documento assinado por um ex-funcionários da câmara e que teria ligações com o vereador Luiz Prequé. O documento teria sido recebido no final de dezembro do ano passado. Este documento comprovaria que Prequé teria entregue sua declaração de bens e diploma expedido pela 30ª Zona Eleitoral muito antes das eleições da mesa diretora.

Mas, o sistema de protocolos oficial da câmara não acusou o recebimento destes documentos, nem mesmo o sistema de assinatura eletrônica existente na câmara. Então surge uma dúvida: se o documento não foi recebido oficialmente pela câmara e no processo de Luiz Prequé há um documento acusando o recebimento pela câmara, seria este documento inválido? Porque se a secretaria da câmara não acusa recebimento de tal documento, quem teria o confeccionado e recebido?

Segundo fontes SEGURAS, o registro de câmeras de segurança da câmara não teria filmado a entrada de nenhuma pessoa na data do documento, além de funcionários e outros trabalhadores.

Será que a Câmara Municipal e seu corpo jurídico irão requerer a análise da autenticidade deste documento. E se ele for falso? Quem deverá ser penalizado? Seria a polícia civil acionada para analise de tal documento?