
Nesta pandemia os mais ricos ficam cada vez mais ricos, enquanto os pobres ficam cada vez mais pobres. É natural que o vírus existe, mata e tem destruído famílias. Mas, o vírus estaria mais presente numa pequena loja com baixo fluxo de pessoas em um bairro carente, ou dentro de um supermercado com centenas de clientes em corredores e filas de pagamento?
O vírus estaria mais presente dentro de uma loja de miudezas ou dentro de um ônibus lotado? Afinal, o vírus não existe dentro de supermercados, das farmácias ou outros tipos de negócios que funcionam com inúmeras pessoas em seu interior? Além disto, os produtos das prateleiras são manuseados por uma ou mais pessoa todos os dias, e no final, o vírus é levado de bandeja para dentro de milhões de residências.
Não seria mais justo ampliar a vacinação e a quantidade de exames para detecção da doença? O vírus está incontrolável no Brasil e está nítido que medidas de isolamento não são capazes de domar uma população que precisa trabalhar e ganhar dinheiro.
O auxílio emergencial de R$ 150 reais é incapaz de manter uma família abalada pela crise financeira. São famílias passando por dificuldade alimentar. O número de pessoas pedindo ajuda cresceu. A fome está cada vez mais presente na vida das pessoas, principalmente na região Nordeste, onde este tipo de situação sempre foi uma constante na vida de várias famílias.
Em Pernambuco, basta uma passada rápida pelos supermercados para saber que ali o vírus parece que não existe.
