
O Governo de Pernambuco determinou o fechamento de vários seguimentos considerados não essenciais para controlar o avanço da pandemia da COVID-19. Até o dia 6 de junho apenas o comércio considerado essencial deverá funcionar presencialmente, os demais deverão operar na modalidade de entrega em domicílio ou ponto de coleta.
Ainda assim, muitas pessoas reclamaram que as medidas de quarentena rígida ainda mantêm em pleno funcionamento os supermercados e feiras livres, onde muitas pessoas manuseiam produtos de prateleiras, frutas, verduras e outros itens, propagando o vírus para outros clientes.
Além disto, alguns supermercados não estariam fiscalizando e cobrando dos clientes o distanciamento em filas e corredores. Nas feiras livres, o problema também continua, principalmente nos finais de semana, onde há aglomeração e transmissão do vírus através do manuseio de frutas e verduras expostas em bancos.
Enquanto isso, donos de restaurantes, bares e outro seguimentos estão de portas fechadas, tendo prejuízo, mesmo estes seguimentos mantendo mesas e clientes distantes. Se por um lado algumas empresas lucram 30% mais durante a pandemia, outros precisam abrir falência para não entrar na Dívida Ativa da União. A pandemia está matando gente de fome também.
