
O dia 26 de julho é uma data especial para Gravatá, marcada pela celebração do feriado em homenagem a Senhora Sant’Ana, a padroeira da cidade. Este dia não apenas reverencia a figura de Santa Ana, mãe de Maria e avó de Jesus, mas também representa uma rica tradição cultural e religiosa profundamente enraizada na vida da comunidade gravataense.
A devoção a Senhora Sant’Ana em Gravatá é celebrada com uma série de eventos que destacam tanto a fé quanto a identidade cultural da cidade. As festividades começam com uma missa solene na Igreja Matriz de Sant’Ana, um dos principais centros religiosos da cidade. Esta celebração é marcada por uma grande participação de fiéis, que se reúnem para prestar homenagem à padroeira, com orações e cânticos que ecoam pelas ruas da cidade.
Após a missa, a tradicional procissão é o ponto alto das celebrações. A imagem de Senhora Sant’Ana é cuidadosamente ornamentada e conduzida em um andor decorado, enquanto os devotos caminham pelas ruas, entoando hinos e fazendo preces. A procissão é um espetáculo de fé e devoção, que reúne pessoas de todas as idades e origens, e é uma oportunidade para expressar a gratidão e a devoção à padroeira.
O feriado também é um momento para eventos culturais que refletem a rica tradição local. Feiras de artesanato, apresentações de grupos folclóricos e a venda de comidas típicas são parte integrante das festividades. As ruas de Gravatá se enchem de vida e cor, com barracas que oferecem uma variedade de produtos e iguarias, e apresentações que celebram a cultura e a música regional.
Além das celebrações religiosas e culturais, o dia 26 de julho em Gravatá é um momento para a comunidade se unir e reforçar seus laços. É um dia de encontro e confraternização, onde a fé e a cultura se encontram para criar uma atmosfera de alegria e solidariedade.
O feriado em honra a Senhora Sant’Ana não é apenas uma data no calendário, mas um testemunho da profunda devoção e da rica tradição que define Gravatá. A celebração oferece aos habitantes e visitantes a oportunidade de vivenciar e apreciar a cultura local, ao mesmo tempo em que reforça a importância da padroeira na vida espiritual da cidade.
