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Provas do concurso público de Gravatá são suspensas por força da justiça

Está entre os assuntos mais comentados na noite desta quinta-feira (3) a suspensão das provas presenciais do concurso público de Gravatá, agreste pernambucano, que estavam marcadas para os dias 05,06,12 e 13 de dezembro deste ano.

A ação civil pública foi movida pelo promotor da 1ª Promotoria de Justiça de Gravatá, Epaminondas Ribeiro, cuja decisão foi assinada eletronicamente pelo juiz de direito por volta das 19h.

A decisão foi tomada sob o argumento fundamental que a aplicação das provas provocaria aglomeração e reunião de centenas de pessoas, que mesmo usando máscaras e utilizando álcool em gel estariam indo em desencontro das normas sanitárias, representando risco à saúde.

A banca organizadora do concurso não poderá aplicar as provas até que seja comprovada segurança total dos candidatos do concurso, que atrairá pessoas de diversas partes do Estado. Em caso descumprimento a empresa ganhadora para realizar o concurso pagará multa de até R$ 5 milhões de reais.

REPERCUSSÃO NEGATIVA:

Não demorou muito para milhares de ‘concurseiros’ ganharem as redes sociais criticando a medida do MPPE e do Poder Judiciário local protocolar e suspender as provas, respectivamente.