Um homem de 31 anos, que havia sido preso sob suspeita de assassinar a própria mãe, foi morto de forma extremamente violenta dentro de uma unidade prisional. Ele foi decapitado durante a madrugada, em um crime que expõe a gravidade da violência no sistema carcerário.
O caso aconteceu no Centro de Detenção Provisória de Pinheiro II, em São Paulo. A vítima, identificada como Washigton Ramos Brito, estava custodiada havia apenas três dias quando foi atacada por outros detentos.

De acordo com o boletim de ocorrência, policiais penais encontraram um dos envolvidos segurando a cabeça da vítima no momento em que chegaram ao local. O corpo apresentava múltiplos sinais de agressão, indicando que a violência não se limitou à decapitação.
Dois internos foram apontados como responsáveis pelo assassinato: Rodrigo Galvão dos Santos e José Welington Matos Vitorino. Ambos assumiram participação no crime e foram presos em flagrante. A acusação inclui homicídio qualificado, com agravantes por motivo considerado fútil e pelo nível de crueldade empregado na execução.
A Secretaria da Administração Penitenciária informou que a área foi isolada para realização de perícia técnica. Os autores foram colocados à disposição da Polícia Civil, que dará continuidade às investigações e adotará as medidas legais cabíveis. O Poder Judiciário também foi comunicado oficialmente sobre o ocorrido.
O episódio reacende o debate sobre segurança interna nas unidades prisionais e levanta questionamentos sobre o controle e monitoramento dentro dos presídios. A apuração deve esclarecer como o crime foi articulado e se houve falhas na vigilância da unidade.








