
Depois da reportagem publicada pelo PERNAMBUCONOTICIAS.COM e a repercussão do assunto na edição desta segunda-feira, 16, do Jornal da 98, transmitido pelas rádios CLIMA, AMARAJI, CHÃ GRANDE, MANDACARU e Amaraji FM, sobre a possibilidade do fechamento abatedouro público municipal de Gravatá, vereadores e marchantes se reuniram com o prefeito Joselito Gomes (PSB) durante a tarde desta segunda-feira (16).
O Jornal da 98 ouviu centenas de mensagens de áudios enviadas por ouvintes e comerciantes, onde 100% das participações eram contrárias ao fechamento do abatedouro. O presidente da câmara, Léo do AR (PP), acompanhado de outros parlamentares, saiu na defensiva de todos que necessitam direta ou indiretamente do funcionamento do matadouro, localizado no Sítio Cotonguba, zona rural de Gravatá.
O encontro aconteceu no Palácio Joaquim Didier e contou a presença do secretário de Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural, Lula do Padre; do secretário de desenvolvimento econômico, João Paulo; do assessor estratégico Ozano Brito e outros membros da executiva municipal.
No último sábado, Léo do AR esteve no açougue público e conversou com diversos marchantes, que se mostraram muito preocupados com a possibilidade do fechamento do matadouro, e por essa razão solicitaram um encontro com o chefe do poder executivo, intermediado e monitorado pela câmara municipal, o que aconteceu.

O prefeito, Joselito Gomes foi sensível ao pedido dos marchantes e decidiu não fechar mais o matadouro, mas procurar medidas que ajudem a melhorar o funcionamento do espaço, disse: “refletindo sobre a situação do abatedouro e ouvindo os vereadores e uma representação dos marchantes, entendemos que o trabalho deve continuar e vamos encontrar um caminho para que aquele equipamento possa corresponder às necessidades do município. O sentimento de mudança no que diz respeito ao abatedouro se mantém, levando em consideração que tem dado como prioridade a terceirização ou a cessão. Atendendo um pedido dos vereadores que compõem a bancada do governo, decidimos dar um prazo para a cessão ou terceirização do abatedouro e tão logo tivermos essa resolução, a sociedade gravataense vai tomar conhecimento”.
