
O prefeito de Gravatá, Joaquim Neto (PSDB), ventilou a possibilidade de distribuir parte da merenda escolar entre os alunos da rede municipal como forma de compensar a não produção de merenda com alimentos que podem se vencer, caso não sejam manuseados.
Joaquim disse que sua equipa já fez uma consulta junto ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), mas até agora não havia obtido resposta sobre qual metodologia deveria ser usada para a distribuição.
O prefeito não teria autonomia de dar destino a merenda da rede municipal, pois os recursos são de natureza federativa, e qualquer deslize poderia motivar processo de crime de responsabilidade administrativa e até a cassação de seu mandato.
