
O diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal, Silvinei Vasques, se tornou alvo de investigação da Polícia Federal por possíveis crimes de prevaricação e violência política. A investigação está sendo mantida sob sigilo e segue coordenada pela Superintendência da PF.
O inquérito foi solicitado pelo Ministério Público Federal – MPF, que tenta descobrir se as fiscalizações de ônibus com eleitores durante o 2º turno das eleições respeitaram a legislação, e se houve ofensa ao livre exercício do direito ao voto.
Segundo informações, no Nordeste houve ênfase desproporcional de fiscalizações, contrariando a decisão do Tribunal Superior Eleitoral – TSE. A PF também deve investigar se o diretor-geral da PRF se omitiu ao não passar orientações para acabar com os bloqueios durante os manifestos antidemocráticos após as eleições.
