Pernambuco tem 10 instituições habilitadas pelo Ministério da Saúde para projetos de oncologia e inclusão de pessoas com deficiência

Iniciativa contempla 184 instituições em 22 estados e no DF; Pernambuco tem dez entidades selecionadas em quatro municípios

O Ministério da Saúde divulgou o resultado da seleção nacional de projetos voltados à prevenção e ao tratamento do câncer, além da promoção da saúde da pessoa com deficiência. Ao todo, 184 instituições privadas sem fins lucrativos foram habilitadas, em 22 estados e no Distrito Federal, para captar até R$ 652 milhões por meio do Programa Nacional de Apoio à Atenção Oncológica (Pronon) e do Programa Nacional de Apoio à Atenção da Saúde da Pessoa com Deficiência (Pronas/PCD).

Em Pernambuco, dez instituições foram contempladas. Seis atuarão no Pronon e quatro no Pronas/PCD, com projetos distribuídos entre os municípios de Recife, Petrolina, Caruaru e Gravatá. Entre as entidades selecionadas está o Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira (IMIP), referência nacional em atendimento pelo SUS. Os recursos serão viabilizados por meio de doações incentivadas, destinadas exclusivamente ao financiamento dos projetos aprovados.

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A iniciativa integra o programa Agora Tem Especialistas, que tem a oncologia como uma das áreas prioritárias para reduzir filas de espera e ampliar o acesso a atendimentos especializados em todo o país.

Para o ciclo de 2025, foram aprovados 188 projetos entre as instituições selecionadas. Desse total, 85 estão vinculados ao Pronon e 103 ao Pronas/PCD. A maioria das propostas, 163, é voltada diretamente à prestação de serviços médico-assistenciais. Outros 17 projetos focam na formação e capacitação de profissionais de saúde, enquanto oito têm como objetivo o desenvolvimento de pesquisas clínicas, epidemiológicas, experimentais e socioantropológicas. Atualmente, mais de duas mil instituições estão habilitadas a apresentar iniciativas nos dois programas.

Segundo o secretário-executivo do Ministério da Saúde, Adriano Massuda, o Pronon e o Pronas/PCD vêm se firmando como ferramentas estratégicas para o fortalecimento da atenção especializada no país. Ele ressalta que os programas estão alinhados às necessidades atuais do sistema de saúde brasileiro.

De acordo com Massuda, os projetos em oncologia priorizam a ampliação do acesso a exames diagnósticos, tratamentos e ações de pesquisa e capacitação profissional. Já no campo da saúde da pessoa com deficiência, o Pronas/PCD tem respondido a demandas emergentes da sociedade, como o aumento de propostas voltadas ao atendimento de pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA). A expectativa do ministério é que os projetos aprovados contribuam para melhorar a oferta de serviços e reduzir desigualdades no acesso à saúde especializada nos próximos anos.

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