
Durante o velório de Ágatha Lorena Marques de Jesus, 8 meses, o pai da criança, Wiliam Marques de Jesus, 20 anos, lamentou como tudo aconteceu. Ele estava ausente do imóvel onde ocorreu a tragédia desde a última segunda (23), quando saiu para trabalhar, e disse que se estivesse em casa teria sido tudo diferente.
Wiliam alegou que o irmão dele, autor do crime, estava sofrendo de depressão agressiva há três anos, quando passou a ter acompanhamento psicológico.
O pai da criança disse que existe um laudo que confirma o transtorno psiquiátrico do irmão. Wiliam não soube informar se o irmão estava tomando regulamente a medicação que controla sua ansiedade: “Eu não tenho o poder de perdoar ele. Quem tem esse poder é Deus”, lamentou
