Gravatá

O amor como linguagem da política – o exemplo de Joselito e Viviane em Gravatá

Quem esteve presente no espetáculo de Natal realizado no último sábado (27), em Gravatá, pôde presenciar algo que vai além da arte e da política: o amor em sua forma mais verdadeira, expressado no palco por Joselito Gomes e Viviane Facundes. O casal — ele, prefeito reeleito com votação histórica; ela, secretária de Obras e […]

Clebson Amsterdan Atualizado em 28 de dezembro de 2025
Fotos: redes sociais / reprodução

Quem esteve presente no espetáculo de Natal realizado no último sábado (27), em Gravatá, pôde presenciar algo que vai além da arte e da política: o amor em sua forma mais verdadeira, expressado no palco por Joselito Gomes e Viviane Facundes. O casal — ele, prefeito reeleito com votação histórica; ela, secretária de Obras e figura pública cada vez mais presente — não apenas cantou, mas emocionou. Mostraram que, mesmo em um ambiente muitas vezes marcado pela frieza institucional, é possível viver e governar com afeto.

Joselito Gomes, que um dia trocou a batina pelo amor, nunca deixou de ser padre no espírito, mas decidiu que amar publicamente a mulher da sua vida era um chamado ainda mais profundo. Viviane, por sua vez, nunca se limitou aos bastidores da política ou aos rótulos impostos. Artesã, cantora, gestora e mulher de fibra, ela ocupa com naturalidade todos os espaços que construiu com trabalho e coragem.

Há quem tente reduzir o papel de figuras públicas a cargos, protocolos e estratégias eleitorais. Mas o casal Joselito e Viviane vai além: são namorados, mesmo casados; são parceiros de vida, mesmo quando cada um tem responsabilidades distintas no cenário público. No palco do espetáculo natalino, eles não cantaram apenas músicas — cantaram a história de quem escolheu trilhar juntos o caminho do respeito, da cumplicidade e do amor sem amarras.

Joselito, que venceu uma das disputas mais simbólicas da política local, e Viviane, que não tem medo de “pegar no pesado”, são a representação de que é possível manter o romantismo mesmo diante da rotina árdua da gestão pública. Eles se abraçam, se olham com carinho, trocam gestos de afeto em público — e isso, ao contrário do que alguns poderiam imaginar, não é fraqueza. É força.

Na política, onde muitas vezes o cálculo e o distanciamento predominam, ver um casal que se permite amar sem medo é inspirador. O público reconhece isso, aplaude e se emociona. Nem mesmo os críticos mais ferrenhos encontram argumentos para contestar a autenticidade desse sentimento.

Num tempo em que a vida pública anda carregada de tensões, ego e rivalidade, Joselito e Viviane lembram a todos que o amor também pode ser um ato político — talvez o mais revolucionário de todos. Que mais figuras públicas tenham coragem de viver com o coração aberto. Que mais pessoas entendam que governar com sensibilidade é, sim, um gesto de liderança.

E que nunca falte palco para quem deseja cantar o amor, seja ele em Gravatá, em Pernambuco ou no mundo. Porque, no fim das contas, é o amor — sincero, maduro e sem vergonha de ser vivido — que verdadeiramente transforma realidades.