
Os novos contratos de aluguéis residenciais no Brasil ficaram, em média, 13,50% mais caros em 2024, conforme dados divulgados pelo Índice FipeZAP nesta terça-feira (14). Apesar de expressivo, o aumento foi 2,66 pontos percentuais menor do que o registrado em 2023, quando os aluguéis subiram 16,16%.
O reajuste médio foi quase três vezes maior que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial e teve avanço de 4,83% em 2024. Isso significa uma alta real dos aluguéis (descontada a inflação) de 8,67% no ano.
Entre as cidades analisadas, o Recife destacou-se com um aumento de 16,17% nos novos contratos de aluguel, acima da média nacional. O dado reflete a alta demanda por imóveis na capital pernambucana, que tem enfrentado desafios no mercado imobiliário.
Esse cenário de reajustes acentuados segue impactando o orçamento dos inquilinos, tornando a renegociação de contratos e a busca por imóveis mais acessíveis ainda mais frequentes.
