Não existe mais oposição e situação na Câmara de Gravatá? Saiba mais

Por sinal, o sentimento de disputas ‘interna corporis’ entre os vereadores está se tornando algo em extinção

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Há mais de 20 anos cubro os eventos políticos de Gravatá, e nunca vi um governo capaz de somar mais que subtrair. É certo que ‘toda unanimidade é burra. Quem pensa com a unanimidade não precisa pensar’, citação clássica de Nelson Rodrigues, folclórico jornalista brasileiro, um dos mais influentes do país.

Notadamente existem resquícios de oposição em Gravatá, pois, sem ela não será possível identificar problemas evidenciados neste governo. Essa oposição se mostra ‘reciclada’ e diferente. No entanto, os parlamentares eleitos no palanque da oposição se mostram cada vez mais independentes e buscando uma aproximação amistosa com a atuação gestão.

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Prova disto é a presença de vereadores do G8 nos eventos públicos organizados pelo Padre Joselito (PSB). O prefeito de Gravatá é flexível, não guarda mágoas e faz uma administração sem assepsia daqueles que votaram ou não nele.

Mas, não é só o prefeito que é flexível. A equipe de Joselito está somando mais que subtraindo. Funcionários, secretários e outros colaboradores do governo estão na mesma frequência daqueles que estiveram longe de seus palanques.

Por sinal, o sentimento de disputas ‘interna corporis’ entre os vereadores está se tornando algo em extinção. O maestro desta sinfonia é o atual presidente da câmara, Léo do AR (PSDB), que apesar de ter sido eleito na oposição deu liberdade aos vereadores fazem a escolha mais benéfica ao povo.

Não há mais briga entre o bem e o mal; quebra de braço entre amarelo e azul; oposição e situação. O comportamento é harmônico. Diferente do passado, onde algumas pessoas disputavam territórios e desfilavam de salto alto.

Por: Clebson Amsterdan

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