
O Ministério Público Federal (MPF) – apresentou representação contra o diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal. Agora, a justiça quer saber se houve, ou não, omissão, descumprimento, incentivo ou fomento as manifestações antidemocráticas dos bolsonaristas.
Caso seja confirmada a passividade da Polícia Rodoviária Federal, autoridades já pedem a abertura de processo de responsabilização dos agentes envolvidos.
Caso ocorra o ‘Perigo de Demora’, o MPF pede que seja expedido determinação para o que o atual diretor-geral da PRF apresente medidas que comprovem a tentativa de impedir as manifestações.
Procuradores alegam que o diretor-geral da PRF desobedeceu à ordem do TSE para não realizar operações envolvendo o transporte de eleitores. O diretor teve má conduta na gestão da PRF, desviando finalidade por interferência no processo eleitoral.
