
Na tarde desta quinta-feira (22), a política em Gravatá, agreste pernambucano, ganhou novos contornos com o registro de uma representação na 30ª Zona Eleitoral contra Joaquim Neto (PSDB) e seu vice, Léo Giestosa (Solidariedade). A ação, movida por advogados ligados ao atual prefeito Joselito Gomes (AVANTE), aponta para a possível disseminação de informações falsas por parte da chapa opositora.
Embora o conteúdo exato da representação ainda não tenha sido divulgado à imprensa, fontes próximas ao caso indicam que a denúncia está relacionada a um vídeo de campanha. Neste material, a letra de uma música afirma que JN vai abrir o hospital, dando a entender que existe um hospital fechado, mas o Hospital Doutor Paulo da Veiga Pessoa (HDPVP) e a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Gravatá estão em pleno funcionamento.
O caso deve ser levado também ao Promotor Eleitoral, que atua como fiscal da lei, para tomar conhecimento da denúncia. A situação acirra ainda mais o clima político na cidade, já marcado por disputas intensas e frequentes denúncias de FAKE NEWS. A população agora aguarda o desenrolar do processo e as possíveis repercussões que ele pode trazer para o cenário eleitoral de Gravatá.
