Homem é detido com facão após ameaçar pessoas em frente a banco em Pombos
Um homem foi detido pela Guarda Civil Municipal de Pombos após ser acusado de ameaçar pessoas com um facão em frente à agência do Banco do Brasil, localizada na Rua da Prefeitura Municipal. A ocorrência mobilizou equipes da corporação após denúncias de que clientes que realizavam saques estariam sendo intimidados pelo suspeito. De acordo com […]
Um homem foi detido pela Guarda Civil Municipal de Pombos após ser acusado de ameaçar pessoas com um facão em frente à agência do Banco do Brasil, localizada na Rua da Prefeitura Municipal. A ocorrência mobilizou equipes da corporação após denúncias de que clientes que realizavam saques estariam sendo intimidados pelo suspeito.
De acordo com a Guarda Municipal, os agentes realizavam rondas nas imediações do Colégio 11 de Dezembro quando receberam informações de populares sobre a presença de um homem armado com uma arma branca nas proximidades da instituição bancária.
As equipes seguiram imediatamente para o local indicado e encontraram uma das vítimas em frente à agência. Com base nas características repassadas, os guardas iniciaram buscas pela região e conseguiram localizar o suspeito pouco tempo depois.
Durante a abordagem, o homem ainda estava com o facão que, segundo as denúncias, teria sido utilizado para ameaçar as pessoas. Diante da situação, ele foi conduzido à Delegacia de Polícia Civil de Gravatá para adoção das medidas cabíveis.
Na unidade policial, foi registrado um boletim de ocorrência por ameaça. Conforme relato da Guarda Civil Municipal, o companheiro da vítima informou inicialmente que ela realizaria a representação criminal necessária para o prosseguimento do procedimento.
No entanto, ao chegar à delegacia, a vítima optou por não formalizar a representação. Com a desistência, o suspeito foi liberado após os procedimentos legais.
A legislação brasileira estabelece que o crime de ameaça depende de representação da vítima para que a ação penal tenha continuidade. O prazo para manifestação é de até seis meses a partir da identificação do autor, período em que a vítima ainda poderá decidir pelo prosseguimento do caso junto às autoridades competentes.