De quem é a responsabilidade sobre o crime contra a saúde pública vivenciado há vários meses no COHATÁ CLUBE de Gravatá, cujas ruínas de suas piscinas servem de paraíso para a procriação do mosquito Aedes Aegypt, transmissor da Dengue, Febre Chikungunya e a Zica?
Esta reportagem não se trata de uma crítica, mas um alerta para o perigo existente no local. Não adianta os moradores do bairro lutarem contra o mosquito, quando em um determinada área há criatórios enormes.
Diversas denúncias foram formuladas por moradores vizinhos, inclusive pelo vereador Zé da Saúde (PSB), que enviou ofício para as autoridades de fiscalização e controle de endemias. As piscinas e locais com acúmulo de água precisam ser tapadas com aterror.
Até onde se sabe, moradores reportaram casos de pessoas contraindo arboviroses. O Pernambuco Notícias obteve fotos EXCLUSIVAS feitas por uma moradora do antigo COHATÁ.
O site pesquisou a razão social do COHATÁ CLUBE e descobriu que ele pertence (ou pertenceu) a uma associação privada fundada em 1972, cujo Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) está INAPTO por omissão de declarações, conforme dados públicos da Receita Federal desde 2019.
O espaço fica localizado na Avenida Eugênio Cardoso da Fonte, e no passado era restrito para moradores do Conjunto Habitacional Inaldo Guerra (COHAB). Com o passar do tempo, o local foi terceirizado e de lá para cá foi se destruindo por falta de zelo.






