Gravatá

Gravatá: sem água da COMPESA, clientes compram água em caminhões-pipa

A crise no abastecimento de água em Gravatá, agreste pernambucano, chegou a um nível crítico. Por onde se passa nas ruas da cidade é possível observar a presença de caminhões-pipa fazendo a entrega de água potável para consumidores de rua onde há mais de duas semanas não é abastecida pela companhia pernambucana de saneamento.

Situação semelhante a essa só foi vivenciada em meados de 1997, quando houve colapso no sistema adutor do município. Ninguém ainda deu detalhes um motivo para o atraso no abastecimento.

Quem está faturando com isso são os donos dos caminhões-pipa e outros veículos provisórios utilizados para vender água. Por conta da procura de água potável, o valor de uma carga de água de 8 mil litros já está sendo vendido por mais de r$ 200.

A demanda de entrega é tão grande que alguns caminhões pipa estão com agenda lotada para próxima semana com entrega diária nos três turnos.

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