
Gravatá é um celeiro de artistas das mais diversas áreas. Música, dança, artes plásticas, fotografia, literatura, artesanato, movelaria e carpintaria são algumas das artes produzidas pelos gravataenses e dessa vez a arte valorizada foi o repente no 42º Festival de Violeiros de Gravatá, que tem o apoio do Governo de Pernambuco e da Prefeitura de Gravatá.
O evento aconteceu ininterruptamente por 41 anos, até que em 2020 não pôde ocorrer devido às medidas restritivas rígidas de isolamento e distanciamento sociais por conta da pandemia da Covid-19. No entanto, a arte sempre está viva e nos últimos sábado (13) e domingo (14) as apresentações voltaram com toda a energia.
Ocorrido no Mercado Cultural de Gravatá, ao todo o Festival contou com 34 participantes de vários estados do Nordeste e todos eles foram premiados pelas suas apresentações. O público atento aplaudia os candidatos a cada história contada em seus versos em sextilhas, heptassílabos e decassílabos, o que torna essa arte difícil, pois além de sincronizar rima e melodia, canto e toque, a métrica é fundamental para que os versos sejam perfeitos.
