Gravatá: se estivesse vivo, Monsenhor Cremildo completaria 65 anos de sacerdócio

Ele nasceu em 1930 e em 1945 ingressou no seminário que lhe transforaria em padre em 1957. Nesta quinta-feira (20) Monsenhor Paulo Cremildo Batista de Oliveira, popularmente conhecido como, Padre Cremildo, completaria 65 anos de sacerdócio. Diácono, Padre, Pároco, Cônego, Vigário-geral e Monsenhor, um título de honra concedido pelo Papa João Paulo II.

Sua primeira aparição em Gravatá ocorreu em 1 de março de 1964 após trabalhar em Sairé, Bonito e Bezerros. Padre Cremildo foi prefeito de Gravatá em 1976. A paixão de Padre Cremildo por Gravatá era ilimitada, tanto que escolheu a cidade para passar o resto de sua vida. Além de padre, era professor, amigo, conselheiro e um homem de bom coração.

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As missas celebradas pelo Monsenhor Cremildo eram lindas e quase toda entoada por sua voz inconfundível. Com Padre Cremildo, a oração eucarística era cantada. A igreja era sempre lotada em todas as missas. Crianças sentadas pelas calçadas do altar, mães que levavam seus filhos recém-nascidos nos braços, senhoras e senhores devotos de Sant’Ana iam ouvir a mensagem do bom pastor.

O padre que virou prefeito de Gravatá em 1976

Gravatá talvez nunca mais tenha um padre que dedique ‘toda sua vida’, não só para a igreja, mas para os fiéis que a frequenta. Ele morreu em 29 de dezembro de 1998, e desde então deixo um eco na cidade. Padre Cremildo é tão querido pelo povo de Gravatá que na Paróquia de Sant’Ana, a mais importante da cidade, os seus restos mortais foram enterrados ao lado de sua irmã, Dona Helena, a qual considerava como uma mãe e esteve sempre ao seu lado, mesmo após a morte.

Padre Creimildo ao lado de suas irmãs, Helena e Socorro, e sua mãe.

Falar de Padre Cremildo é impossível não se lembrar de figuras que se transformaram em devotos do Padre Cremildo: Dona Tereza, Paulinho do Padre, Fernando Júnior, Terezinha Carvalho, Josenildo Sales, entre outros. Se vivo fosse, certamente já seria Bispo, Arcebispo ou até um cardeal.

Paulinho, foi criado como se fosse filho de Padre Cremildo, mesmo não sendo

Há quem diga que a cidade tenha pessoas devotas de Padre Cremildo, que vão para o seu túmulo rezar e fazer processas, muitas destas alcançadas. Na casa de algumas pessoas da cidade existe espaço reservado para a foto com velas. Padre Cremildo nunca pode ser esquecido em Gravatá.

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