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Gravatá: rombo milionário em obras deixadas pela gestão do ex-prefeito Joaquim Neto

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Na tarde desta quinta-feira (10) o prefeito de Gravatá, Joselito Gomes (PSB), e a secretária de educação, Ninha Professora, apresentaram detalhes das obras inacabadas deixadas pelo ex-prefeito Joaquim Neto (PSDB). O prejuízo ultrapassa 1 milhão de reais.

No total, são 7 obras inacabadas, a maioria delas com dinheiro do Fundo Nacional do Desenvolvimento da Educação – FNDE. O atual prefeito da cidade iniciou processo de investigação para analisar a execução destas obras. Inicialmente, Joselito Gomes editou decreto suspendendo as obras até a conclusão do inquérito.

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A secretária de educação viajou para Brasília (DF) e apresentou relatório e foi orientada a abrir inquérito interno. Mais de 1/3 do dinheiro destinado para as obras foram gastos de forma indevida ou de modo irregular.

Após seis meses, a gestão municipal encaminhou relatório da auditoria para o Tribunal de Contas do Estado (TCE), Ministério Público de Contas (MPCO), Ministério Público de Pernambuco (MPPE), Ministério Público Federal (MPF), além do próprio FNDE.

URUÇU-MIRIM:

Na quadra que estava sendo construída em Uruçu Mirim, a gestão passada teria efetuado aditivo da 78% no valor do contrato da obra que estava com menos de 50% concluída, superfaturando o projeto inicial. Mesmo a escola tendo local para construir a quadra, a gestão escolheu um local onde foram gastos 123 mil reais para terra planejarem. Nesta obra foram gastos mais de 200 mil reais indevidamente.

MANDACARU:

A obra da quadra de Mandacaru, zona rural da cidade, a gestão passada aumentou em 86,92% o valor da obra, o que não seria permitido por lei.

INVASÃO:

Na construção de creche no bairro do Cruzeiro, a gestão anterior alterou a planta e pagou indevidamente R$ 194 mil reais, além de invadir rua de loteamento, prejudicando futuramente a mobilidade urbana.

CRECHE INACABADA:

Em creche do bairro Alpes Suíços, a construtora abandonou a obra em dezembro de 2021. Foram pagos 256 mil irregularmente. Faltou contenção do aterro. A construtora reconheceu pagamento indevido, mas não disse se devolverá o dinheiro pago erradamente. Uma nova licitação será realizada para concluir a obra.

ESCOLA INTEGRAL:

Obras executada em projeto fora do proposto do FNDE. Serviço de terraplanagem sem acessibilidade. Grandes desníveis entre a escola e a rua, além de mais de 360 mil reais pagos indevidamente.

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