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Gravatá: projeto de lei que vai derrubar fichas sujas da prefeitura será votado próxima semana

Estão com os dias contados dos os diretores, secretários, assessores e outros funcionários da prefeitura municipal de Gravatá, agreste central, que estão impossibilitados, por lei, de prestarem serviços públicos.

O presidente da Câmara Municipal, Léo do AR (PSDB), confirmou para a reportagem do PERNAMBUCO NOTÍCIAS que na próxima terça-feira (14) estará sendo colocado em votação o Projeto de Lei de Ficha Limpa Municipal. O projeto visa municipalizar a Lei de Filha Limpa, já vigente no país, e que afasta do poder qualquer figura que esteja impossibilitada de assumir cargo público.

Todos os funcionários da prefeitura, que estejam em cargos de confiança e não preenchidos por concurso público, ou seja, não concursados, não poderão seguir no exercício de suas funções quando a lei for aprovada. Só poderão exercer atividades na gestão municipal pessoas com idoneidade moral e reputação ilibada, perfil profissional ou formação academia compatível como o cargo ou a função para o qual tenha sido indicado e a aplicação da Lei da Filha Limpa.

A situação vai ficar ainda mais complicada para alguns personagens da gestão do Padre Joselito (PSB) que foram CONDENADOS por órgão colegiado por irregularidades na condição de ordenador de despesa.

MINISTÉRIO PÚBLICO SERÁ PROVOCADO:

O Ministério Público de Gravatá deverá ser provocado assim que o projeto de Lei for aprovado, sancionado ou promulgado. Os interessados devem pedir o afastamento para um grupo de pessoas listadas e impedidas de continuarem na gestão municipal.

QUEM VAI VOTAR CONTRA?

Agora, resta saber quais dos 15 vereadores da câmara de Gravatá votarão contra a um importante projeto que afastará qualquer pessoa suspeita de cometer atos contra os cofres públicos. Quem votar contra, estaria votando contra o povo de bem da cidade, que não admite que pessoas ‘ficha suja’ assumam cargos na gestão, tirando o lugar de quem realmente trabalha como honestidade.

SE O PREFEITO NÃO SANCIONAR?

Caso o prefeito não sancione o projeto, não tem problema, o G8 está aposto para promulgar o Projeto de Lei, que já teria sido colocado em pauta em 2013, mas foi empanado pela gestão da época. Desta vez o projeto não tem perdão, e se não for aprovado pelo prefeito será promulgado de qualquer forma.

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