
Um homem de 42 anos esteve na Delegacia da 62ª CIRC de Gravatá, agreste pernambucano, revoltado e relatando que em novembro de 2018 havia comprado um espaço ossuário no cemitério de Santo Amaro, situado no bairro do Cruzeiro, para sepultar sua mãe.
Na época, o denunciante relatou ter pago R$ 750 reais pela aquisição do ossuário. A compra teria sido diretamente com o coveiro do cemitério. No dia que o coveiro colocou os ossos da mãe do comprador, outros ossos haviam sido retirados do local.
Em novembro deste ano, o comprador voltou ao cemitério e quando procurou o ossuário da mãe teve a infeliz surpresa que no local haviam ossos de outra pessoa. A numeração do ossuário era outra, e no local haviam velas e uma coroa de flores, além de um cadeado aberto.
Esta não é a primeira vez que uma pessoa procura a delegacia de Gravatá para relatar cambalachos em terrenos e ossuários dos cemitérios da cidade. Recentemente a gestão municipal solicitou um levantamento da titularidade de todos os espaços mortuários do cemitério.
