Está circulando nas redes sociais um áudio envolvendo o chefe de gabinete do prefeito de Gravatá e o dono de um restaurante conhecido do município, distante 85 km do Recife.
Em tom de desabafo, o comerciante questiona o não pagamento de almoços supostamente autorizados por Lucas Nóia para pessoas que lhe acompanhavam no Restaurante Chapéu de Palha, um dos mais tradicionais e requintados de Gravatá.
Em áudio amplamente compartilhado nas redes sociais, o comerciante lamenta não ter recebido o pagamento e que se soubesse que após o banquete não receberia pagamento, não teria servido, pois já teria tido experiências negativas com serviços prestados à prefeito, onde demorou, ou não recebeu pagamento.
O comerciante disse que ligou para Lucas Nóia para cobrar o pagamento, mas ele não atenderia duas chamadas. O dono do estabelecimento disse que quando liga de um número desconhecido o assessor especial do padre atende, mas quando liga do próprio número a chamada é ignorada.
OUÇA ÁUDIO:
“Eu não estou disposto a passar o que passei o passado, toda vez que eu você veio aqui eu tratei super bem, fui gentil, fiz das tripas o coração pra servir vocês. Estou numa situação como todo comerciante está, desesperadora. Pra você ter ideia eu nem tenho Coca-Cola pra trabalhar hoje”, lastimou o comerciante que está passando por aperto financeiro decorrente da pandemia da COVID-19.
O comerciante deve entrar em contato com algumas pessoas que conhece na prefeitura: “vou ligar para o padre, vou incomodar o padre, incomodar Ozano, incomodar Waldemar Borges, incomodar Darita pra eu resolver isso meu irmão. Porque você disse que ontem vinha aqui e não veio, então terei que tomar essa decisão”, completou o comerciante.
O áudio de desabafo do comerciante foi compartilhado milhares de vezes nas redes sociais, e incialmente compartilhado publicamente pelo próprio comerciante. O assessor não se posicionou sobre a acusação de calote.
