O racionamento de água tem sido um problema recorrente para os pernambucanos que moram em Gravatá. Limpar a casa, lavar pratos, roupas e tomar e dar banho nas crianças se tornou um drama diário. É o que o deputado estadual Romero Albuquerque afirma. O parlamentar diz que tem recebido inúmeras reclamações da população sobre a falta d’água no município do agreste pernambucano.
Apesar da chuva que cai sobre parte do estado, o acumulado das denúncias recebidas pelo parlamentar protesta contra o calendário de racionamento mantido pela Compesa. Após as fortes chuvas que atingiram a região, o barramento do Riacho Vertentes, que fornece água para a cidade de Gravatá, transbordou. Romero apela para que a companhia se sensibilize com a situação dos moradores gravataenses e reconsidere a gestão de abastecimento da água encanada.
“Para muitos pernambucanos, a falta d’água é natural. A situação não pode continuar sendo assim. Os problemas em relação ao abastecimento são os mesmos em diversos municípios do estado. A população precisa de resposta e solução imediatas”, Romero pede.
Em atenção às denúncias que recebeu, o parlamentar faz cobranças à Compesa. “O cidadão gravataense não pode continuar fazendo malabarismo para ter água encanada. O que se observa hoje é que é cada vez mais comum as pessoas pagarem duas vezes para ter água na torneira de casa – pagam a conta e contratam os conhecidos “carros-pipa” para suprir a falta do serviço. Como representante das pessoas e do poder público, levo esse pedido à Compesa, com a certeza de que seremos atendidos”, diz.
O deputado também lembrou que a falta d’água dificulta as medidas de contenção do novo coronavírus. “Estamos enfrentando uma crise sanitária que exige de nós uma reflexão sobre os nossos hábitos de higiene. Como mantê-los sem água?”, finaliza.
